Parcerias | Boa Companhia

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Parcerias

Grupos parceiros

Matula Teatro

A parceria com a Boa Companhia é um “namoro” de longa data!! Começamos a nos paquerar em 2001, quando convidamos Verônica Fabrini para dirigir o primeiro espetáculo do Matula, Vizinhos do Fundo que nessa época só tinha um ano de existência. Essa paquera deu tão certo que Verônica repetiu a dose no terceiro espetáculo do grupo, Versão Vida Cruel.

Em 2003, nos encontramos mais uma vez, agora com Dorotéia de Nelson Rodrigues. Com apresentações em São Paulo e no interior buscamos através desta experiência prática relacionar, a crueldade de Artaud, o desagradável de Nelson e os arquétipos de Jung.

No ano seguinte, Verônica sugere oficializar o casamento entre o Matula e a Boa Companhia na montagem Mr K e Os artistas da Fome (versão brasileira). O processo de montagem foi maravilhoso! Divertido, honesto, respeitoso e acima de tudo, coletivo. Juntos, estreamos no Sesc Belenzinho (SP), emendamos temporada no Viga, participamos de diversos festivais nacionais e encerramos a montagem em Berlim (onde tudo começou), durante a programação da Copa da Cultura Brasil – Alemanha. Viagem inesquecível!!

Em 2007, inauguramos com Verônica, o Espaço Cultural Rosa dos Ventos, em frente ao Útero de Vênus, sede da Boa Companhia. Desde então, nos namoramos pela janela, de vez em quando eles pulam nosso muro, a gente empresta o açúcar, montamos cenas, compartilhamos pensamentos, vivenciamos experiências artísticas, levamos movimentos apartidários em prol de uma nova cultura para a cidade, e também, fazemos churrascos de vez em quando: a gente leva a Matula (o alimento) e eles, à Boa Companhia (o humor, que nunca é demais).

Nosso site: www.matulateatro.com.br

Os Geraldos

Quando recém adentramos na Unicamp nossos olhinhos já brilhavam com a ida do Mr. K e os Artistas da fome para Alemanha, a gente ouvia, sem saber ainda muito o que era, da tão famosa Boa Companhia.  Com certeza nenhum de nós imaginava que estaríamos ocupando uma casa bem em frente a sede deles. Oriundos de diversas  cidades do interior, foi através do acolhimento caloroso da Verônica que viemos nos instalar em Barão Geraldo. Com sede no Espaço Cultural Rosa dos Ventos convivemos na mesma rua: transitamos de um lado ao outro. A Carol faz parte da equipe de produção da Boa, o Gustavo está fazendo parte do novo espetáculo Cartas do Paraíso e, para falar bem a verdade, a maioria dos nossos integrantes já passou por lá: a Júlia fazendo iluminações, o Doug em outro processo de criação, a Gisele tocando, cantando, enfim, a Boa Companhia tem uma importância significativa no nosso processo de formação. Temos em repertório dois espetáculos: Números e Hay Amor. No segundo, tivemos o prazer de sermos dirigidos pela diretora da companhia.

Nosso site: www.osgeraldos.com.br

Artistas Parceiros

Christine Rhörig

foto_christineNasceu em São Paulo. Como autônoma, edita a Coleção Dramática, de textos teatrais na Editora Cosac & Naify, onde trabalhou como editora até final de 2003. Entre 1999 e 2001, foi editora executiva da editora Unesp e entre 1991 e 1999 editora da Editora Paz e Terra onde, desde 1992, é secretária de redação da Revista Política Externa. Coordenou a publicação no Brasil, e traduziu diversas peças da Coleção Teatro Completo de Bertolt Brecht em 12 volumes.

Tem diversos artigos publicados nos jornais Folha de São Paulo e Estado de São Paulo. Membro do Núcleo Suspeito, grupo de artistas que atuam em diversas áreas, principalmente teatro.
Criadora do teatro de bolsa e autora das peças Marlene e o sapo e Via de Regra, ambas encenadas durante a mostra de cinema alemão na Cinemateca organizada pelo Instituto Goethe em 2002. Autora da livre adaptação, do conto literário Um artista da Fome de Franz Kafka para peça teatral para o grupo Boa Companhia (Prêmio de melhor espetáculo no Arena Festival — Festival Internacional de Teatro na cidade de Erlangen – Alemanha – julho 2003) apresentada em 2004 no Festival de Curitiba, no Sesc Belenzinho e no Viga Espaço Cênico com o nome de Mr.K e os artistas da fome. Fez a dramaturgia e a tradução das canções de Wedekind para a encenação Espírito da Terra, direção Marcio Aurélio com Débora Duboc e Lincokn Antônio, apresentada em 1999 no Sesc Villa Nova e em 2004 no Sesc- Belenzinho e no Viga Espaço Cênico. Traduziu, para o português, diversos textos e peças do dramaturgo alemão Heiner Müller todos publicados no livro Medeamaterial pela Editora Paz e Terra.

Recentemente traduziu os textos da dramaturga alemã Dea Loher A vida na praça Roosevelt e também do dramaturgo alemão René Pollesch. Também traduziu O declínio do Egoísta Johann Fatzer, de Bertolt Brecht organizado por Heiner Múller (encenada em Salvador – Teatro Vila Velha – 2001) publicada pela Editora Cosac & Naify na coleção dramática. Traduziu também o texto Urfaust — Fausto Zero – de Johann Wolfgang Goethe também publicado em livro pela Cosac & Naify, tendo recebido o prêmio da Unesco entre os dez livros mais bonitos do Mundo, em março de 2003, Paris. O texto já teve diversas encenações e será apresentado em julho de 2005 no festival de teatro de Moscou e em Berlim. Traduziu a peça Woyzeck e também A Morte de Danton de Georg Büchner para as encenações de Cibele Forjaz , em cartaz no teatro Arena até dezembro de 2004 .Ambos textos serão publicados pela editora Cosac & Naify em 2005. Escreveu o roteiro do curta vencedor do festival da Cultura Inglesa em 2004 Quero ser Jack White, dirigido por Charly Braun ganhador do prêmio do júri de melhor curta de ficção no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, 2004. Acabou de escrever o roteiro para o curta de Djin Sganzerla Peixe Pequeno.

Marcelo Lazzaratto

foto_marcelo

Marcelo Lazzaratto, ator e diretor formado pelo Departamento de Artes Cênicas da ECA – USP, é Prof. Doutor em Interpretação Teatral no Departamento de Artes Cênicas da UNICAMP.

Em 2000 cria a Cia. Elevador de Teatro Panorâmico, na qual exerce a função de diretor artístico, tendo realizado, entre outros, os espetáculos: “A Ilha Desconhecida”, adaptação da obra de José Saramago, “Loucura”, compilação de textos a respeito do tema; “A hora em que não sabíamos nada uns dos outros”, de Peter Handke; o espetáculo processual “Amor de Improviso”; “Peça de Elevador”, de Cássio Pires; “Ponto Zero”, a partir da obra de Salinger, Kerouac e Godard e “Eu estava em minha casa e esperava que a chuva chegasse”, de Jean-Luc Lagarce.

Também como diretor encenou, entre outras, “A Tragédia de Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, “Eldorado”, de Santiago Serrano, indicada ao Prêmio Shell de melhor ator; “O Homem a Besta e Virtude”, de Luigi Pirandello, indicada ao Prêmio Shell 2008 de melhor Cenário e Figurino; “A Entrevista”, de Samir Yazbek indicada ao Prêmio Shell 2005 de melhor atriz; Esperando Godot”, de Samuel Beckett; “Terror e Miséria no 3º Reich”, de Bertolt Brecht, “Pai”, de Cristina Mutarelli, “O Rei dos Urubus”, de Leo Cortez; “Mal Necessário”, de Cássio Pires; “Enamorados”, adaptação de “Fragmentos de um Discurso Amoroso”, de Roland Barthes; “Noite de Reis” de William Shakespeare; “O Jardim das Cerejeiras”, de Tchecov; “Comédia da Vaidade”, de Elias Canetti; “O Sonho”, de August Strindberg; “As Feiticeiras de Salém”, de Arthur Miller; “Intersecções: Peças Curtas de Harold Pinter”; e “A Morta”, de Oswald de Andrade.

Durante dez anos integrou a Cia. Razões Inversas sob direção de Marcio Aurélio onde participou como ator, entre outros, dos espetáculos: “A Bilha Quebrada”, de Kleist, “Senhorita Else”, de Schnitzler, “Maligno Baal o Associal”, de Brecht e “A Arte de Comédia”, de Eduardo de Filippo. No ano de 2004, junto com a Boa Companhia de Campinas, atuou em “Josefina, a Cantora”, de Franz Kafka e em 2009 atuou em “Tragicomédia de um Homem Misógino”, de Evaldo Mocarzel.

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